Eu não tenho a menor pretensão com este blog.
Pretensão zero. Zero.
Não escrevo para ser admirada porque eu não mereço. O Arnaldo Jabor merece. A Danuza Leão também. E o Roberto Pompeu de Toledo merece muito. Eu não.
Não escrevo para ser conhecida. Muitas pessoas campeãs de acesso no youtube já mostraram que para ficar famoso, nem que seja por 15 minutos, não é preciso necessariamente pensar. Muito menos escrever.
Eu não quero atingir ninguém. Nem para humilhar. Nem para exaltar.
Tudo que eu escrevo aqui, o faço completa e absolutamente para mim. Por mais egoísta que possa parecer. Escrevo para eu ler depois. E, claro, me sinto bem quando as pessoas elogiam e gostam do lêem aqui. Gosto, principalmente, da opinião dos meus amigos e de outros blogueiros que dão sua opinião e se identificam. Mas esse não é o objetivo.
Todos os textos são escritos em primeira pessoa porque é o que penso sobre isso ou aquilo. Porque é a minha opinião, que eu considero insignificante para a sociedade. Fora que, desde cedo eu aprendi: opinião é como... como... boca (?), cada um tem a sua.
Eu escrevo para que, em 2050, os meus filhos e netos leiam (se quiserem, porque eu também não vou obrigar) e vejam como a mãe ou a avó deles era legal, ou boba, ou divertida, ou ridícula, ou chata, ou apaixonada, ou presunçosa, ou burra, ou inteligente.
Não quero mudar o mundo com as minhas palavras. Para mudar o mundo eu escolhi coisas mais válidas que as palavras. Eu escolhi o amor, o senso de humor e, sobretudo, o respeito.